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Megadeth - "So Far, So Good.. So What!" (1988)

Mundo Metal [ Discos Trintões ]


Após um disco de estréia veloz e furioso, onde o principal foco era a competição particular de Dave Mustaine com seus ex-comparsas de Metallica, o Megadeth compôs um álbum que realmente deixou todo mundo de queixo caído. "Peace Sells... But Who's Buying?" até o momento, era algo inédito no estilo, era musicalmente avassalador, cheio de viradas inesperadas e trazia composições que além de altamente técnicas, eram agressivas e inteligentes. Até mesmo os integrantes das outras bandas que concorriam no cenário ficaram embasbacados e o trabalho serviu para firmar o grupo como uma das principais forças motrizes por trás do Thrash Metal.

Como tudo relacionado ao Megadeth estava cercado de incertezas e imprecisões, mudanças avassaladoras ocorreriam. Em 1987, o baterista Gar Samuelson e o guitarrista Chris Polland foram expulsos acusados de vender equipamentos da banda para comprar heroína. Para seus lugares foram chamados Chuck Behr e Jay Reinolds, que no mesmo ano daria lugar a Jeff Young. 

Com uma nova formação, entram em estúdio pra gravar "So Far, So Good... So What!" (1988). Um álbum de qualidades inegáveis e detentor de alguns clássicos como "In My Darkest Hour", "Set The World Afire" e o cover do Sex Pistols para o hino punk "Anarchy In The UK". Dave Mustaine vivia seu ápice criativo, porém sua vida pessoal era uma bagunça generalizada. Além de não se dar bem com os novos integrantes, arrumava brigas, confusões e além de tudo, foi preso inúmeras vezes, uma delas com 8 tipos de drogas injetáveis diferentes.


Tal período caótico se reflete nas composições, que apesar de em grande parte serem muito boas, em diversos momentos soam perdidas e sem aquela genialidade de "Peace Sells". Vale ainda destacar "Mary Jane" e a excepcional "Hook In Mouth", esta última com uma letra ácida e um instrumental poderoso. Muito dessa sensação de que o disco poderia ser melhor, deve-se a falta de entrosamento com os novos músicos e ao fato de que Mustaine havia se tornado uma panela de pressão prestes a explodir, e realmente ela explodiria.

Após uma turnê repleta de altos e baixos, Dave resolve se internar para cuidar de seus vícios e após alguns meses, sai da clínica se dizendo um novo homem. Imediatamente ele resolve reformular o Megadeth, mantendo apenas David Ellefson e chamando para o posto de guitarrista e baterista, nada menos que Marty friedman e Nick Menza. O que viria a seguir seria um tal de "Rust In Peace", que em termos de musicalidade e técnica simplesmente se tornaria um dos maiores e melhores álbuns de Thrash Metal da história...

Integrantes:

Dave Mustaine (vocal e guitarra)
Jeff Young (guitarra)
David Ellefson (baixo)
Chuck Behler (bateria)

Faixas:

01. Into The Lungs Of Hell
02. Set The World Afire
03. Anarchy in the U.K.
04. Mary Jane
05 502
06. In My Darkest Hour
07. Liar
08. Hook In Mouth

Redigido por Fabio Reis

Megadeth: Dave Mustaine desmente rumores e afirma que Kiko não será demitido


Os crescentes rumores que ganhavam força nos últimos dias dando conta de que o guitarrista brasileiro Kiko Loureiro poderia ser demitido do Megadeth, sendo prontamente substituído por Marty Friedman, foram desmentidos tanto por Dave Mustaine, como também por seu filho Justis. 

Primeiro foi Justis que publicou a seguinte mensagem em seu Instagram: "Eu não posso postar alguém tocando guitarra que as pessoas já enlouquecem? Não acredito que Kiko esteja indo a lugar algum, ele é um guitarrista fenomenal"


Depois foi a vez de Dave fazer uma série de Tweets e também desmentir o boato. Quando questionado por um fã sobre uma possível troca de integrantes, a resposta foi: "It's fake!" (É falso!)


Logo depois, Dave fez mais alguns tweets:

"Eu não irei demitir Kiko. Eu amo o cara. Ele está na Finlândia com sua esposa que está tendo gêmeos."


"Eu amo Marty também, mas nunca fui tão feliz como desde que eu tive Kiko Loureiro e ele esta com sua esposa tendo seus gêmeos agora mesmo. Rezem por eles!"


"Noticia! Kiko Loureiro está 100% no Megadeth Os sites e fontes que dizem que ele está nos deixando são duvidosos, não confiem em tudo!"


Sendo assim, Dave Mustaine coloca um ponto final na boataria e os fãs de Kiko Loureiro podem se sentir aliviados. A notícia de que haveria uma troca de integrantes foi divulgada em diversas páginas e a possibilidade ainda existe, porém fica claro que a baixa não será a do brasileiro.

Maiores informações serão dadas em breve!



Megadeth: Kiko Loureiro fora, Marty Friedman de volta?


Nos últimos dias, um rumor muito forte está sendo divulgado à respeito de uma possível demissão de Kiko Loureiro do Megadeth. Diversas páginas relacionadas a banda afirmam que haverá um desvinculamento nos próximos dias e todas as evidências apontam para o brasileiro. 

É claro que tudo ainda não passa de um boato, porém são boatos embasados em pessoas próximas a Dave Mustaine e ao Megadeth. Passaremos aqui todas as informações que temos até o momento para que os fãs da banda possam tirar as suas conclusões.

Kiko Loureiro parecia viver uma lua de mel até mesmo improvável com Dave Mustaine, os dois eram pura troca de gentilezas e elogios. Mustaine chegou a afirmar que Kiko é o melhor guitarrista que a banda já teve e não cansava de expor o quanto se deram bem desde o começo e estabeleceram além de uma ótima convivência, um vínculo de amizade e parceria.

Tudo eram rosas até que o Megadeth veio tocar no Brasil há poucos meses atrás e segundo algumas informações de bastidores, Dave impediu que o guitarrista subisse no palco com o Angra (sua ex-banda), que fazia o show de abertura e havia convidado o ex-integrante para uma participação especial. Ninguém deu muito crédito a tais informações, mas o fato é que a rasgação de seda entre os dois cessou depois disso e nesta última semana, rumores fortíssimos começaram a ganhar força. 

Alguns fatos recentes levantam a hipótese de que realmente, Kiko estaria de saída e o seu provável substituto seria nada menos que Marty Friedman. Marty retornou à Jackson, marca que usava quando era guitarrista do Megadeth, Kiko Loureiro apagou de sua conta do Instagram o status "Megadeth Lead Guitarrist" e por fim, Justis Mustaine postou um vídeo de Marty Friedman tocando um solo de Metal em seu twitter.




É pouco? Talvez, mas alguém dirá adeus ao Megadeth em breve e nenhum outro integrante parece ter qualquer tipo de problemas ou evidências que apontem para uma possível demissão. 

O que acham? Será mesmo que a passagem de Kiko Loureiro pela banda chegará ao fim de maneira tão repentina ou tudo isso não passa de boataria? 

Maiores informações serão dadas em breve!

por Fabio Reis

Saldo positivo nos lançamentos do Big Four?


Com o novo álbum do Metallica chegando as lojas nesta sexta feira, 18 de novembro, fecha-se o ciclo de lançamentos dos quatro grandes do Thrash estadunidense. A grande questão que fica pendente neste momento é: o saldo do Big Four foi positivo? 

O Slayer foi o primeiro a lançar e em setembro de 2015 apresentou o surpreendente "Repentless". Sem contar com Dave Lombardo nas baquetas e com Gary Holt (Exodus) substituindo o saudoso Jeff Hanneman, falecido em 2013, a banda mostrou enorme superação e mesmo com a ausência de um dos seus dois grandes compositores, as faixas contidas no novo trabalho foram capazes de chamar a atenção até mesmo dos fãs mais antigos. 

Logo no início de 2016, o próximo integrante do Big Four a colocar nas lojas seu mais novo disco foi o Megadeth. "Dystopia" foi lançado no final janeiro e apresentava a nova formação da banda, com o guitarrista brasileiro Kiko Loureiro (ex-Angra) e o baterista Chris Adler (Lamb Of God) ao lado de Dave Mustaine e David Ellefson. O registro agradou aos fãs com uma musicalidade moderna e um Thrash que prioriza o peso em detrimento da velocidade. 

Um mês mais tarde foi a vez do Anthrax lançar o seu "For All Kings". A única mudança na formação foi a entrada de Jonathan Donais substituindo Rob Caggiano e o trabalho caiu nas graças de toda a mídia, sendo o disco mais vendido do grupo desde o início da década de 90. Diversas faixas fazem menção a fase inicial da banda e mesmo com algumas composições soando mais modernas, a audição é bem balanceada e agradou a grande maioria dos fãs.


Com Slayer, Megadeth e Anthrax lançando registros de peso, a expectativa foi toda direcionada para o Metallica. "Hardwired... To Self-Destruct" será lançado oficialmente em alguns dias, porém todos já devem ter escutado o material, pois o disco vazou na internet.

Em se tratando de Metallica, esperar por uma avaliação unânime do público ou imprensa é pedir muito e como já era esperado, o álbum dividiu opiniões. Não podemos classificar "Hardwired... To Self-Destruct" como Thrash Metal, acredito que o ideal seja Heavy Metal com alguns elementos de Thrash e duas músicas legitimamente Thrash ("Hardwired" e "Spit Out The Bone"). Se por um acaso você pensa que isso diminuiu o disco, está redondamente enganado, pois o novo trabalho de James, Lars, Kirk e Robert Trujillo, segue com a evolução e mudança de postura iniciada em "Death Magnetic" e traz um Metallica tocando de maneira despojada, sem experimentalismos desnecessários e sem mudanças drásticas.  

O disco não é nem de longe inovador, porém passa a quilômetros de distância de tudo o que a banda fez nos esquecíveis anos 90 e início dos anos 2000. É o Metallica tocando Heavy Metal sem se preocupar com rótulos e só por esse motivo, já merece uma ressalva positiva. Para aqueles que argumentarem que nem de longe parece o Metallica dos velhos tempos, a minha resposta é simples, qual dos quatro trabalhos aqui apresentados lembra os melhores momentos do passado das respectivas bandas? Com exceção de algumas poucas músicas, nenhum deles foi composto pra se parecer com o passado glorioso, então o que vale pra um, vale pra todos.

Em um balanço geral, os quatro integrantes do Big Four apresentaram trabalhos dignos e confirmaram o ótimo momento do gênero. Se as bandas novas vem roubando a cena e lançando discos surpreendentes, os veteranos não vem deixando a desejar e também apresentam álbuns com qualidades inegáveis. 

Que ótima fase vivemos!

por Fabio Reis 


Megadeth: Dave e Justis Mustaine rebatem acusações do Havok


Dave Mustaine e seu filho Justis, rebateram as acusações feitas no dia 17 de agosto na página oficial da banda estadunidense Havok. A nota dizia que o grupo foi "chutado" da turnê em conjunto com o Megadeth por não assinar um contrato que era na opinião da banda "inaceitável" com a Mustaine Management.

Dave Mustaine ao ler a nota oficial escrita pelo vocalista e guitarrista David Sanchez, fez alguns comentários em seu Twitter. Eis alguns deles:

"Foi oferecido a eles um contrato padrão da indústria, o mesmo que eu tenho. Cinco meses depois, ainda não haviam assinado, então eles caíram fora

Mustaine escreveu ainda que o Havok "Deixou de pagar milhares de dólares à Justis", acusou a banda "Eles não estão pagando suas contas." e ainda acrescentou: "Pergunte à empresa de merchandising que conseguimos pra eles se foram pagos"

Justis Mustaine também se defendeu e através de seu Facebook, deixou a seguinte nota:

"Eu trabalhei com o Havok por um ano. Apesar de ter pagado o Havok, os comercializado e exposto em todo esse tempo, trazendo-lhes um novo acordo de merchandising, agente de reservas e fiscalizado o que foi claramente o seu maior ano, fui recompensado pobremente por meu trabalho, então eu finalmente coloquei um contrato na frente deles, que iria me proteger em 15% da renda (o padrão da indústria). Eles se recusaram a concordar, por isso eu os deixei. Eu desejo ao Havok tudo de melhor em seus esforços para ser uma banda profissional, mas como evidenciado pelo fator fofocas, eles ainda tenho um longo caminho a percorrer. Ótima música e grande banda!"

O Havok foi oficialmente substituído na turnê em conjunto com o Megadeth pela banda Lillake, grupo que conta com o ex-guitarrista do Suicidal Tendencies, Nico Santora. 

Me parece que desta vez, Mustaine não vetou a banda como foi exposto pelo Havok, o que houve foram questões contratuais e a falta de um acerto que satisfizesse ambas as partes.

Havok: mais uma banda vetada por Dave Mustaine


Desta vez não houveram questões religiosas, o motivo que fez com que o Havok anunciasse em sua página oficial que estava fora da turnê em conjunto com o Megadeth, foram por motivos contratuais ligados a Mustaine Management, empresa associada a Dave Mustaine e que segundo os membros do Havok, ofereceu um contrato inaceitável ao grupo.

Todos os detalhes são explicados na nota oficial publicada por David Sanchez, guitarrista e vocalista da banda, confira:


"Comunicado para a imprensa:

Com profundo pesar, somos obrigados a informar os fãs de Metal que nós não estaremos na próxima tour com Megadeth, Amon Amarth, Suicidal Tendencies e Metal Church. Nós também não iremos para o México no final de agosto e início de setembro como foi planejado.

Estávamos realmente ansiosos para esses shows, mas infelizmente o senhor Mustaine escolheu nos retirar da programação. As razões da nossa ausência estão relacionadas diretamente com a insistência em negociar um contrato com a Mustaine Management - uma negociação que se mostrou errada. Estamos autorizados a dizer que nos ofereceram um contrato de gestão inaceitável com a Mustaine Management, nós declinamos.

Enquanto trabalhávamos com o nosso advogado para negociar os termos do contrato, Mustaine Management ameaçou nos chutar fora da turnê com o Megadeth, Mustaine Management por repetidas vezes não respondeu nossos telefonemas e e-mails e eventualmente nos disse (através de seu advogado) que Mustaine Management já não trabalha mais com o Havok. Nós estamos divulgando tais informações para dar aos nossos fãs uma honesta satisfação sobre as razões pelas quais não estaremos nas turnês.

Não podemos revelar mais detalhes neste momento (até a diretiva de nosso advogado), mas no entanto, gostaria de agradecer a Mustaine Management pelas oportunidades que trouxeram para a mesa no passado enquanto trabalhávamos juntos. Também gostaríamos de pedir desculpas para os fãs que não serão capaz de nos ver  - sentiremos falta de todos vocês. Novas datas da turnê serão anunciadas em breve e estamos ansiosos para estar de volta na estrada para balançar nossas cabeças com os melhores fãs do mundo."
(David Sanchez)


A Mustaine Management ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Política: O que os grandes ícones do Metal estadunidense pensam a respeito de Trump


Se o Brasil vive um momento conturbado na política com um processo de Impeachment pra lá de polêmico e um início de mandato cheio de escândalos do atual presidente em exercício, nos EUA a corrida presidencial vem sendo alvo de diversas especulações e graças as declarações do candidato Donald Trump e suas posições pra lá de questionáveis, há um grande debate em exercício no país.

Vocês devem estar se questionando o que o Metal tem a ver com isso não é? 

Bem, em estilos mais extremos como o Thrash e o Death Metal, é bem natural que as bandas se inspirem exatamente na política para elaborar as suas letras. Protestos e pontos de vista sobre o tema são bem naturais em álbuns de Metal, assim como é natural os integrantes das bandas se posicionarem a favor ou contra partidos e políticos em específico. 

O por que de tanto ódio e principalmente o falatório em cima do candidato republicano Donald Trump, se deve ao fato de que o megaempresário deu declarações em que acusava o México de enviar drogas e estupradores através da fronteira dos EUA e prometeu caso fosse eleito, "construir um muro" entre os dois países. 

O governo mexicano rebateu as acusações dizendo se tratar de idéias preconceituosas e desde então, músicos renomados do Metal vem emitindo as suas opiniões sobre a candidatura de Trump.

Eric Peterson, guitarrista do Testament, opinou sobre as eleições de 2016 em uma entrevista ao PlanetMosh:

"Eu realmente não sou um republicano, eu gostava de algumas das coisas que Donald estava dizendo, em primeiro lugar, você sabe, quando você retirar os trocadilhos, é bem legal. Ele teria sido o presidente perfeito nos anos 40, quando tudo era mais pró-americano e o mundo não era tão voltado para os EUA, seria ótimo, mas o mundo agora é todo globalizado e precisamos parar de falar sobre a construção de paredes, ele precisa ser mais global e não ficar dizendo, você sabe, "fora muçulmanos!'" ou "os mexicanos..." e eu tenho certeza que isso não significa que ele quer isso. Ele é mais como uma pessoa normal e está aprendendo que você não pode simplesmente dizer o que pensa na política, você simplesmente não pode. As pessoas vão realmente julgar o que ele disse, seria como eu me candidatando à presidência, provavelmente diria um monte de coisas estúpidas, mas eu não quis dizer isso. Eu só estou dizendo que, entendam, "eu penso em dizer isso, mas na verdade eu quis dizer de uma outra maneira" e eu acho que ele está descobrindo isso."

O guitarrista do Slayer Kerry King, como sempre, expressou sua opinião de forma menos polida e disse a revista Rolling Stone:

"Eu certamente não sou um analista político, mas eu acho que Hillary Clinton é a escolha correta. Trump é apenas um espetáculo que eu nem vou pedir desculpas a todos os seus seguidores. Eu acho que a razão pela qual ele é tão popular é porque ele é como a versão política da WWE, ele é sensacional como um wrestling e é por isso que a media americana o ama, ele é o maior mentiroso que eu já vi na política. Quer dizer, a maioria deles são mentirosos, mas ele apenas despeja mentiras na sua face"

Outro músico conhecido por tecer letras ácidas sobre a política global, principalmente sobre a dos EUA e que também falou sobre o tema foi o líder e fundador do Megadeth, Dave Mustaine. O guitarrista e vocalista conversou com um fã através do Periscope e quando questionado se era um fã de Trump, respondeu o seguinte:

"Eu sou um fã de Donald Trump. Bem, ele é um empresário muito bem sucedido e se eu vou votar nele? Isso não é da sua conta. Se eu fosse eu não iria lhe dizer e se não fosse, eu também não iria te dizer. O que eu posso te dizer é que não voto em Hillary, gostaria de votar a favor de Vic Rattlehead (a mascote da banda)"

Muitos outros artistas e personalidades expressaram as suas opiniões, o Brujeria até prestou uma "singela homenagem" a Trump em seu recém lançado single, "Viva Presidente Trump!". Confira a canção através do link abaixo:


Este é sem dúvidas o assunto do momento na terra do Tio Sam e os músicos ligados ao Metal em sua maioria, dão as suas opiniões sem que milhares de julgamentos ocorram, simplesmente cada um possui a sua visão e a expõe, bem diferente do que ocorre no Brasil, onde cria-se regras para tudo e qualquer declaração vira um debate sem fim e sem respeito algum ao próximo.

Recentemente a banda Violator expressou o seu sentimento, em forma de um xingamento ao político Jair Messias Bolsonaro em sua página oficial do Facebook, o resultado foi uma verdadeira guerra onde centenas de frases prontas e a maioria delas, sem embasamento algum, desferiram teorias nonsense e regras sobre como um headbanger deve se enquadrar politicamente para que tenha ou não direito de ouvir Metal. Uma tremenda babaquice de ambas as partes.

Gostaríamos de saber o que pensam a respeito das declarações dos músicos e como uma possível eleição de Donald Trump afetaria o mundo?

Observação importante: esta postagem é informativa e com a pergunta acima, pretendemos promover um debate de idéias, sem xingamentos e principalmente, contando com o respeito a idéias opostas. Ninguém é o dono da verdade suprema e cada indivíduo pode e deve exercer o direito de expor suas opiniões, porém sempre respeitando o próximo. Qualquer comentário desrespeitoso será imediatamente apagado.

por Fabio Reis

Megadeth: assista ao novo vídeo clipe para a faixa "Post American World"


E o Megadeth continua investindo pesado na divulgação de seu mais novo álbum de estúdio, o ótimo "Dystopia", lançado no último dia 22 de janeiro. Depois das animações para "The Threat Is Real" e a faixa título "Dystopia", o grupo liderado por Dave Mustaine investiu em um vídeo clipe para "Post American World". 

O resultado pode ser conferido no link abaixo:


"Dystopia" alcançou a melhor vendagem da banda desde o clássico "Countdown To Extinction" (1992), vendendo 48 mil cópias nos EUA em sua primeira semana nas lojas e chegando a posição de número 2 nas paradas de sucesso norte americanas. 

Atualmente a banda vem apresentando em seus sets, cinco faixas do álbum: "The Threat Is Real", "Dystopia", "Fatal Illusion", "Post American World" e "Poisonous Shadows".

Megadeth: banda cancela próximos shows na Europa


Na última sexta feira, 15 de julho de 2016, o baixista David Ellefson fraturou o pé enquanto estava caminhando no backstage antes do show que aconteceria na Hungria. A produção contatou uma ambulância e Ellefson foi socorrido em um hospital local, porém não teve condições de subir ao palco e consequentemente a apresentação da banda foi cancelada.

Após este pequeno acidente o Megadeth confirmou o cancelamento dos demais shows que ocorreriam pela Europa. A banda se apresentaria na Eslováquia e República Tcheca neste final de semana (16 e 17 de Julho, 2016).

O líder da banda, Dave Mustaine, publicou um vídeo nas redes sociais pedindo desculpas e garantiu que a banda vai repor as apresentações das datas canceladas em um futuro próximo e a turnê Sul Americana que começa no dia 30 de Julho está mantida.


Megadeth: novo baterista anunciado, confira as declarações de Dave, Chris Adler e Dirk Verbeuren


Em uma recente coletiva de imprensa em Tel Aviv, Israel, Dave Mustaine declarou que Chris Adler não fazia mais parte da banda, porém o nome do novo baterista ainda não havia sido revelado. 

Uma nova declaração de Dave serviu apenas para confirmar todas as suspeitas. Confira:

"As contribuições de Chris Adler certamente serão sentidas por muitos anos. O Megadeth foi revitalizado pelo estilo Chris, bem como sua excelente sugestão de Dirk Verbeuren para excursionar com a gente, um grande obrigado a Chris e seja bem-vindo Dirk ."

Dirk Verbeuren tocou por mais de 10 anos no Soilwork e também comentou as boas vindas de Mustaine:

"Dave, David e Kiko, eu sou grato pela recepção calorosa e estou entusiasmado com a oportunidade de tocar e criar canções fodas com vocês. Chris Adler, obrigado por me apresentar ao Megadeth e por todo seu incentivo e apoio"

O baterista Chris Adler, hoje totalmente reintegrado a sua banda, o Lamb Of God, fez questão de deixar claro que sua saída foi de forma amigável. Leia a declaração de Chris:

"Foi uma honra e um grande prazer se juntar a minha banda favorita de todos os tempos e ser uma parte do seu retorno ao topo. Passei um tempo surpreendente com todos os envolvidos, desde as composições, arranjos e gravação, até as turnês e amizades construídas ao longo do caminho. Não houve nenhuma discussão ou drama, nenhuma história oculta. O Megadeth precisa e merece um baterista em tempo integral, eu gostaria de ser esse cara, mas eu não posso estar em dois lugares ao mesmo tempo.
Pela minha parte, tenho muita sorte por estar com o Lamb Of God e também ter conseguido uma chance de tocar com os meus grandes heróis. Eu ainda não posso acreditar às vezes quando eu penso em mim como um fã, ouvindo meus álbuns do Megadeth... e agora eu sou um ex-membro, estou muito orgulhoso disso e vou continuar sendo o maior fã da banda"

É isso pessoal, sem brigas, sem farpas, tudo na maior paz e respeito. Boa sorte a Chris em seu trabalho com o Lamb Of God e que Dirk tenha longos anos no Megadeth, talento pra isso, o cara já mostrou que tem.

Confira alguns trechos de sua estréia no River City Rock Fest 2016:




















Da série "EPerfeição": relembre quatro EP's clássicos e impecáveis


EP é a sigla utilizada para designar o termo "extended play" e faz menção a discos que possuem duração maior que um single ou compacto simples, mas não possuem o tempo correspondente a um álbum completo, geralmente possuem 4 músicas, porém isso não é uma regra. Na década de 80, foram muitas vezes chamados de mini álbuns devido aos mini LP's.

Muitas bandas fazem uso até hoje do lançamento de EP's e desde que surgiram, muitos deles ficaram marcados como peças fundamentais nas discografias de diversos grupos. Chamamos de "EPerfeição" o EP que além de possuir material inédito, também é detentor de composições excepcionais, clássicas e fundamentais nas trajetórias das bandas.

Desde sempre, o Mundo Metal tem com foco apresentar as grandes novidades da música pesada e também relembrar os clássicos do passado. Sendo assim, apresentamos quatro EP's simplesmente fantásticos, cada um deles trazendo clássicos importantíssimos e que somaram muita qualidade as trajetórias de Mercyful Fate, Slayer, Helloween e Megadeth.


Mercyful Fate - "Mercyful Fate" (1982)

Este lançamento antecede o clássico álbum de estréia da banda e traz uma sonoridade bem diferenciada pra época, tanto na parte vocal trazendo os lendários vocais de King Diamond, como também apresentando um instrumental muito original e uma dupla de guitarristas magnífica.

Faixas:

1. "A Corpse Without Soul" 
2. "Nuns Have No Fun"  
3. "Doomed by the Living Dead"  
4. "Devil Eyes"


Slayer - "Haunting The Chapel" (1984)

"Haunting The Chapel" foi lançado após o lançamento do mítico debut "Show No Mercy" e é o passo mais importante na guinada musical que o Slayer promoveu em sua musicalidade. Se no registro de estréia, temos um Speed Metal com muitos elementos das bandas pertencentes a NWOBHM e apenas alguns elementos do que viria a ser o Thrash propriamente dito, neste EP a banda executa composições que contem as principais características do estilo.

Faixas:

1. "Chemical Warfare"  
2. "Captor of Sin"  
3. "Haunting the Chapel"  
4. "Aggressive Perfector"


Helloween - "Helloween" (1985)

Este EP é responsável pela introdução do Helloween na cena mundial, se anos mais tarde o grupo se caracterizaria pelo Power Metal melódico e ritmos mais alegres, aqui o Speed Metal come solto e os vocais, riffs, solos e composições de Kai Hansen, aliados ao poder criativo de Michael Weikath, transformam um simples EP de estréia em um dos maiores registros da década de 80.

Faixas:

1. "Starlight" 
2. "Murderer"
3. "Warrior" 
4. "Victim of Fate" 
5. "Cry for Freedom"


Megadeth - "Hidden Treasures" (1995)

Este lançamento coroa a fase fantástica que o Megadeth vivia na década de 90. Após dois álbuns que atingiram grande sucesso comercial, "Countdown To Extinction" (1992) e "Youthanasia" (1994), a banda se tornou extremamente popular e começou a receber convites específicos. "Hidden Treasures" traz seis canções compostas para servir de trilha sonora para filmes de Hollywood e mais três covers.

Faixas:

1. "No More Mr. Nice Guy" (Alice Cooper cover e trilha sonora de Shocker)
2. "Breakpoint" (Trilha sonora de Super Mario Bros.)
3. "Go to Hell" (Trilha sonora de Bill & Ted's Bogus Journey)
4. "Angry Again" (Trilha sonora de Last Action Hero)
5. "99 Ways to Die" (Trilha sonora de The Beavis and Butt-head Experience)
6. "Paranoid" (Black Sabbath cover)
7. "Diadems" (Trilha sonora de Tales from the Crypt Presents Demon Knight)
8. "Problems" (Sex Pistols cover)



por Fabio Reis

Megadeth: Chris Adler está definitivamente fora da banda!


Como já era de se esperar, finalmente Dave Mustaine deu o seu parecer a respeito da permanência de Chris Adler no Megadeth. No último dia 1 de julho, em uma conferência de imprensa em Tel Aviv, Israel, o líder do Megadeth foi questionado sobre a importância da recente inclusão dos músicos Chris Adler e Kiko Loureiro na banda, a resposta foi a seguinte:

"Bem, eu acho que quando você está na presença da algo realmente grande, seria uma vergonha não se permitir ser grande, mas deixe-me voltar a questão, apesar de tudo, Chris Adler não está com o Megadeth, ele está com o Lamb Of God. Ele foi um músico contratado para as sessões (de gravação), é o que você poderia chamar de "contratado para trabalhar" e ele não tem mais nada a ver conosco, está com sua banda agora. Eu sou muito grato por suas contribuições. Sou grato por ele nos apresentar a Dirk. Nós ainda não anunciamos quem será o nosso novo baterista, porém não será Chris Adler, pois ele toca no Lamb Of God."

Com estas palavras, o destino do baterista Chris Adler foi selado e ele oficialmente não faz mais parte do Megadeth. Apesar de sua participação no último trabalho do grupo, o ótimo "Dystopia", se tornava evidente que Dave Mustaine não permitiria que alguém que não estivesse 100% comprometido com a banda, permanecesse. 

O Megadeth é uma banda gigante e a grande maioria dos músicos profissionais veriam a chance de se tornar um membro permanente, como a oportunidade de suas vidas, porém Chris não enxergou desta maneira e resolveu largar o grupo em plena turnê de divulgação de seu mais novo álbum, para tocar com o Lamb Of God... 

Quem será o novo baterista? Façam as suas apostas! Acreditamos que provavelmente Dirk Verbeuren (Soilwork) deve ser mantido, porém em se tratando de Dave Mustaine e de Megadeth, qualquer decisão pode ser tomada. Aguardemos!


Megadeth: decisão sobre Chris Adler permanecer ou não na banda será tomada em breve


Como o Mundo Metal previu recentemente, Dave Mustaine deu a primeira prévia de que os dias de Chris Adler na banda estão contados. Em entrevista a revista Kerrang!, o líder e mentor do Megadeth, ao ser questionado sobre o afastamento de Chris para excursionar com o Lamb Of God, respondeu o seguinte:

"Vamos ver o que acontece no futuro e como estamos crescendo como uma banda, ainda estamos tentando descobrir o que vamos fazer com relação a um baterista, é ótimo ter Dirk conosco, ele tem sido realmente maravilhoso tocando nossas músicas, então não há uma escassez de grandes músicos à disposição. Vamos tomar uma decisão definitiva em breve."

É mais do que óbvio que uma banda como o Megadeth precisa ter um baterista que priorize o grupo. Se Adler não pode ou não quer fazer isso, certamente não faltarão opções dispostas a dar total prioridade a banda.


Megadeth: fique por dentro de todas as datas da banda no Brasil em agosto


Após a confirmação das três datas iniciais em São Paulo, Brasília e Fortaleza, a banda anunciou posteriormente mais duas apresentações, uma em Belo Horizonte e outra Porto Alegre.

A turnê faz parte da divulgação do mais novo álbum de estúdio, o excepcional "Dystopia" e marca a primeira vez que o guitarrista brasileiro Kiko Loureiro, tocará em seu país de origem integrando o Megadeth. 

"Dystopia" vem recebendo ótimas críticas ao redor do mundo e obteve a melhor colocação do grupo nas paradas de sucesso desde o início da década de 90. Confira todas as datas e locais abaixo:

07/08 - São Paulo - Espaço das Américas
09/08 - Belo Horizonte - Expominas
12/08 - Brasília - Net Live
13/08 - Fortaleza - Siara Hall
16/08 - Porto Alegre - Pepsi On Stage

Garanta seu ingresso!

Dave Mustaine: Hank Shermann afirma que Dave impediu participação de King Diamond em show do Volbeat


Segundo uma recente declaração do lendário guitarrista do Mercyful Fate, Hank Sherman, quando o músico excursionou com a banda Volbeat na Gigantour de 2012, na passagem por Dallas, Texas, King Diamond teria sido convidado para subir no palco e tocar o clássico "Come To The Sabbath". 

Na versão de Shermann, não foi possível que essa participação especial ocorresse, pois Dave Mustaine, líder do Megadeth e Headliner do festival, teria barrado o mestre King por causa da letra da canção do Mercyful Fate ser contra as atuais convicções do músico.

King Diamond compareceu ao evento, a banda Volbeat tocou a introdução de "Come To The Sabbath" em meio a sua apresentação e King da platéia, cantou os versos iniciais. 

Dave Mustaine possui um longo histórico de episódios desse tipo, onde alguns se mostraram verdadeiros e outros, apenas boatos. Apesar de ser impossível saber o que realmente aconteceu nesta ocasião, o ocorrido sendo retratado por um músico com total credibilidade como Hank Shermann, fica difícil desmentir.

As declarações precisas de Hank Shermann para o programa Vita In Musica foram as seguintes:

"Aparentemente, Dave Mustaine não queria que King subisse no palco e cantasse aquela letra satânica, então, King veio ao show e ele foi avisado, foi-lhe dito algo como " Hey King, você não tem permissão (de Mustaine) para tocar por alguma razão". Isso foi muito engraçado

Shermann continuou: "O por que disso tudo, eu realmente não tenho a menor idéia. Eu não sei se de repente Mustaine tinha realmente encontrado Deus, ou, você sabe, por qualquer motivo parecido. (risos), mas isso foi muito estranho, você sabe, porque anos antes, eles foram muito bons amigos. Megadeth fez turnês com King Diamond nos anos 80, portanto, nenhuma das mudanças que a banda (Megadeth) passou, justificaria isso, mas você sabe, eles eram bons rapazes e eu gosto muito deles, lançaram alguns registros realmente ótimos ao longo do tempo."



Em 2014, Mustaine deu a seguinte declaração para a revista Decibel: 

"De tanto tocar com bandas como essas eu comecei a pensar: 'Quer saber, Dave? Você é um headliner, se você não quer tocar com pessoas que fazem você se sentir desconfortável, você não é obrigado"

E aí bangers, mais uma vez uma polêmica envolvendo Dave Mustaine e o veto de um artista com ideologias diferentes das dele. É sabido por todos que a maioria das bandas de Black Metal não aceitam tocar com bandas cristãs, nesse caso, estaria ocorrendo o contrário, estariam os artistas com ideologias satânicas provando um pouco do que eles mesmos fazem? 

A opinião que o Mundo Metal tem a respeito disso tudo é que qualquer veto a qualquer artista pelo simples fato de possuíram ideologias opostas, não passa de uma tremenda babaquice. Cada um que faça sua música e use o tema que quiser, quem quiser ouça, quem não simpatizar ou não gostar de um tema em específico abordado, não escute tal artista. Simples assim!

por Fabio Reis


Megadeth: baterista Dirk Verbeuren grava "Poison Was The Cure" e dedica vídeo a Nick Menza


Chris Adler, o atual baterista do Megadeth, precisou se ausentar da banda pois está em turnê com o Lamb Of God, antes de deixar o grupo, indicou o seu sucessor para os próximos meses, trata-se de Dirk Verbeuren (Soilwork), ao qual Adler considera um dos três melhores bateristas do mundo na atualidade.

Com a recente morte do ex-integrante Nick Menza, Dirk resolveu gravar um vídeo em uma apresentação da banda, onde executa a faixa "Poison Was The Cure", considerada por muitos fãs como uma das melhores performances de Menza. 

O músico fez questão de tocar a canção de uma maneira extremamente fiel ao trabalho que Menza apresentou no álbum "Rust In Peace" (1990) e dedicou a performance ao recém falecido baterista. 

Confira o vídeo:




Megadeth: Mustaine para presidente


Com a corrida presidencial pegando nos Estados Unidos e o magnata Donald Trump sendo um dos mais cotados para assumir o posto de Obama, a página oficial do Megadeth resolveu fazer uma brincadeira e "lançar" a candidatura de Dave Mustaine.

É óbvio que tudo não passa de uma piada, porém a camiseta deverá se tornar popular entre os fãs da banda. O preço no site oficial é de 25 dólares (cerca de 90 reais) e quem resolver aderir a candidatura do senhor Mustaine, basta clicar aqui e encomendar a sua peça.


Megadeth: Dave Mustaine faz emocionante homenagem a Nick Menza


Após o falecimento de Nick Menza, ex-baterista do Megadeth, no último dia 22 de maio, o grupo se apresentou no Rock N' Derby e o show foi finalizado com uma homenagem emocionante ao músico.

Dave Mustaine pronunciou algumas palavras sobre Nick e pediu um minuto de silêncio, que foi obedecido prontamente pelos fãs. Logo em seguida, "Trust" foi iniciada, a canção é um dos maiores clássicos da banda e possui uma das introduções de bateria mais marcantes do Heavy Metal.

Mustaine cantou os primeiros versos com a voz embargada e na segunda parte da música não conseguiu cantar. A composição faz parte do álbum "Cryptic Writings" (1997), o último que contou com Nick Menza. Confira:




Megadeth: Nick Menza morre tocando


Nick Menza foi baterista do Megadeth nos álbuns "Rust In Peace" (1990), "Countdow To Extinction" (1992), "Youthanasia" (1994), "Hidden Treasures" (1995) e "Cryptic Writings" (1997). Atualmente o músico estava tocando com a banda OHM e na madrugada do dia 22 de maio, o próprio Dave Mustaine acabou dando a notícia em primeira mão através de seu twitter.



Segundo relatos de presentes no local, o músico tocava normalmente, quando no meio da terceira música "ele simplesmente desabou".

A casa de shows onde Menza tocava e Justis Mustaine, filho de Dave, também publicaram um "RIP Nick Menza". Por enquanto as informações ainda não são oficiais, porém a nota oficializando a morte do músico deve ocorrer nas próximas horas.

R. I. P. Nick Menza!



Megadeth: conheça o substituto de Chris Adler


Parece que Dave Mustaine gostou mesmo do baterista Chris Adler, pois não o descartou mesmo o músico tendo que se ausentar de diversos shows do Megadeth devido a turnê com sua banda, o Lamb Of God.

Enquanto Chris estiver ocupado, o seu substituto será o belga Dirk Verbeuren, da banda sueca Soilwork. O músico fará sua estréia hoje, 20 de maio, no festivas Rock On The Range, em Columbus, Ohio.

Conhecendo a história do Megadeth como conhecemos e sabendo que o humor do chefe Mustaine pode mudar bastante de acordo com o dia, se eu fosse Chris Adler, pensaria duas vezes antes de dar essas escapadas. Da mesma forma que ele caiu nas graças de Dave Mustaine, Dirk também pode...

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