sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Exodus: Gary Holt acumulando riffs para o novo álbum


Em recente entrevista ao programa Full Metal Jackie's, o guitarrista Gary Holt, atualmente membro de duas das mais emblemáticas bandas de Thrash Metal de todos os tempos, Slayer e Exodus, menciona diversos assuntos referentes ao atual momento de ambos os grupos. Confira alguns trechos do bate papo.

Ao ser questionado se havia algo na dinâmica do Slayer que ele nunca soube até se juntar a banda:

"Não acho que há realmente algo que eu não sabia. Nós nos conhecemos há muito tempo, foi algo como aparecer para tocar com caras que eu conheço desde que eu era garoto. Realmente não havia nada para aprender, foi apenas como estar vendo velhas caras e tocando algo diferente, mas com pessoas que eu conheço desde a infância do Thrash Metal. Foi um ajuste fácil de fazer."

Sobre como lida com o tempo livre, já que ser membro de duas bandas gera muito mais trabalho:

"Quando eu tenho tempo livre, eu só quero gastá-lo em casa com a minha esposa e filhos, família é tudo para mim, especialmente, você sabe... é como um bônus adicional da idade: minhas prioridades estão mais alinhadas. Eu não posso excursionar constantemente, os doze meses do ano, as pessoas próximas a mim me matariam. Felizmente para o Exodus, todos foram super-compreensivos e temos também um grande substituto como Kragen Lum, que me substitui quando eu não posso estar com a banda. Ele é um guitarrista incrível, é parte da família e toca todas as partes muito bem, como eu jamais poderia esperar que pudessem ser reproduzidas. Tem funcionado e os fãs realmente tem aceitado bem isso, tenho tentado encontrar algum tempo para voltar para a estrada com Exodus em breve."

Sobre a atual agenda e sua volta aos palcos com o Exodus:

"Há alguns festivais de verão agendados. Em seguida, no início de setembro, eu tenho o meu primeiro show com o Exodus depois de algum tempo. Faremos três shows com o Killswitch Engage, incluindo a minha primeira apresentação em San Francisco depois da volta de Zetro à banda. Tocaremos em Oakland antes, mas a primeira vez em San Francisco... eu estou ansioso por isso. Vai ser divertido."

Como anda o processo criativo para o novo álbum do Exodus:

"Estou começando a acumular riffs. Como em qualquer processo criativo, em especial para mim, eles vem como uma verdadeira enxurrada após um período de nada. Estou entrando nessa condição criativa real e começando a compilar mais e mais riffs e juntá-los. Me surpreendo olhando para a parede e pensando em letras. Normalmente, se você me vê olhando para o nada, isso significa que eu encontrei um lugar criativo. (Risos) Então, esperamos que no próximo ano, nós entraremos em estúdio."

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