domingo, 31 de julho de 2016

Entrevista: Armahda


Não é novidade alguma que o Brasil revela excelentes nomes em praticamente todos os subgêneros do Metal, porém alguns são realmente diferenciados e logo que começamos a nos aprofundar um pouco em suas histórias, músicas, ideais e na maneira profissional com que apresentam seus trabalhos, é motivo de grande orgulho.

Uma das bandas que mais chamaram a atenção nos últimos anos foi a Armahda, uma banda nascida em 2011, com uma proposta musical bem definida e das mais interessantes. As influências músicas são muitas e o resultado é excepcional. O grupo lançou em 2013 o seu álbum de estréia denominado apenas "Armahda" e o Mundo Metal fez uma entrevista das mais legais com os integrantes da banda. Os assuntos tratados foram dos mais diversificados possíveis e você pode conferir tudo isso agora. 

Boa Leitura!



1. Primeiramente, uma honra entrevista-los! Quando escutei o álbum, fiz questão de adquirir o CD físico, primeiro pela qualidade sonora e segundo, por que acredito que falta no Brasil bandas de Metal que possuam conteúdo lírico e não apenas som. Gostaria de saber como este projeto foi criado, qual a motivação em mesclar o Heavy Metal com a cultura brasileira e fatos históricos de nosso país?

Maurício Guimarães: Muito obrigado pelo apoio! Ficamos felizes por ter escolhido comprar o álbum, pois é um jeito de realmente ajudar as bandas independentes. 
O Brasil, por muito tempo, ridicularizou a própria história e muitas escolas, por algum motivo, deixaram a história do Brasil e do Novo Mundo em segundo plano. A literatura é vasta e existem muitos trabalhos históricos e livros bem feitos, que nos estimularam a transformar o tema em música. Logicamente, fomos influenciados pelas grandes bandas de metal, que também fizeram músicas sobre acontecimentos históricos e a cultura de seus países de origem. Optamos por abordar temas interessantes e episódios importantes, unido a trabalho de pesquisa séria. Temos muitos temas para abordar.   

Renato Domingos: Também sabiamos que algumas bandas brasileiras já haviam escrito sobre nosso folclore, mas pouco era escrito sobre a nossa História.

2. As letras são uma parte importantíssima da música, porém muitos headbangers não dão a mínima para o que está sendo cantado. Qual a opinião da Armahda com relação a esse tipo de atitude?

Paulo Chopps: Eu acho que não existe alguém que ignore COMPLETAMENTE as letras, não todas, pelo menos. Quando se gosta bastante de uma música, é meio natural procurar saber pelo menos do que se trata. Não que vá querer ler e traduzir tudo né, mas pelo menos saber “ah, tal música fala sobe tal coisa, legal, assunto interessante”. Mas nossa proposta é justamente essa, já deixar claro que falamos exclusivamente sobre História do Brasil, indígena, colônia, império e república. Não vejo problemas em quem se preocupa apenas com a sonoridade, afinal somos fãs de heavy metal também, logo, queremos fazer uma música soar boa tanto quanto músicas que gostamos, temos algumas claras influências em nossas músicas, também é uma parte importante que nos preocupamos muito, mas acredito que a maioria dos fãs que adquirimos, nos conheceram e gostaram do nosso som por causa da temática mesmo, tão pouco explorada no rock / metal brasileiro. 

João Pires: acho que é uma parada cultural, por ser em outro idioma, nem sempre a gente para pra reparar nas letras ou vai atrás do que significam. Acho, também, que por ser um estilo mais técnico, às vezes o instrumental chama mais a atenção de quem curte o som do que o recado que tá sendo passado ali. Não dá pra recriminar ninguém que não preste atenção. Mas o Armahda valoriza muito o conteúdo da música, até por ser parte intrínseca da nossa proposta. Então nossas letras são feitas para serem lidas e a gente torce para que as pessoas leiam, absorvam, aprendam, discutam e, claro, cantem com a gente. 

3. No debut auto intitulado do grupo, todas as composições foram gravadas e compostas por apenas dois integrantes, Maurício Guimarães e Renato Domingos. Como aconteceram estas gravações? Apenas dois músicos gravando todos os instrumentos e conseguindo um resultado surpreendente como este é algo bem inusitado, conte-nos um pouco sobre este processo.

Maurício Guimarães: Gravei todas as vozes. Eu e o Renato gravamos todas as guitarras, violões e baixos, e o Rafael Zeferino, do estúdio Audio Fusion Bureau gravou a bateria, mixou e masterizou.  

Renato Domingos: Costumo dizer que tudo aconteceu de maneira despretensiosa. Começou com a ideia de registrar ideias antigas que se transformaria numa demo, que foi se transformando num EP e que no final de tudo acabou se transformando num álbum completo.    

João Pires: Alguns dos sons já existiam há anos, com detalhes diferentes de execução. Foi muito legal ver o resultado no CD. Foi isso que me animou a voltar à tocar metal com o Maurício e o Renato. Outra coisa que é legal de falar é o seguinte: com a banda formada, começamos a dar uns toques especiais aos sons. Por isso nossas versões ao vivo tem detalhes diferentes das versões do estúdio e sempre ouvimos elogios por isso.


4. Hoje o Armahda é uma banda de fato, com cinco integrantes fixos. Como chegaram a estes nomes e quais eram os pré requisitos para fazer parte da banda?

Maurício Guimarães: Eu e o Renato chamamos nossos amigos e estamos juntos nesse barco! Ale Dantas, João Pires, Paulo Chopps já ouviam música boa desde moleques e também já tiveram a experiência de tocar em bandas de música própria. O Jonis participou comigo do início das composições próprias, muito tempo atrás, mesmo na época em que eu não sabia compor.  

João Pires: Eu conheci o doidão do Maurício quando eu ainda estava no colégio. Convidamos ele pra tocar numa banda de covers. Tinha Helloween, Maiden, Gamma Ray. A banda acabou, mas continuei com ele, ainda com covers, mas ele já tinha começado a compor músicas próprias. Um belo dia, procurando guitarristas, entra no estúdio um cara que parecia ter saído do Senhor dos Anéis. E quando começou a tocar, pô, sabia todos os solos e bases dos covers que a gente tocava. Tocou pra cacete. Era o Renato. Daí eu saio da história, acabei focando na faculdade, no trabalho e etc. Mas trocávamos e-mails de vez em quando, Maurício sempre me chamando pra acompanhar a produção das músicas. Até o dia em que ele foi lá em casa e me entregou o CD pronto em mãos e falou que me queria na banda. Ouvi, reconheci nossas musicas antigas, adorei as novas, não tive como dizer não.

Ale Dantas: Apesar da banda ser relativamente recente, a amizade entre nós existe há muito tempo. Nossas antigas bandas nos ajudaram a amadurecer e fortalecer essa união conhecida como Armahda!!!!!!

5. O álbum de estreia do grupo foi considerado um dos grandes lançamentos de 2013, a qualidade é inegável e o material recebeu excelentes críticas na mídia especializada, vocês esperavam esta recepção? Como foi para os músicos, ver o disco sendo recebido desta maneira?

Renato Domingos: Foi muito gratificante para nós receber críticas positivas quando começamos a lançar as músicas como lyric-video no youtube e também iTunes, Spotify, nos motivando a lançar o álbum no formato físico em seguida.
Isso tudo ajudou a divulgar a banda bastante. Logo em seguida participamos do Programa Heavy Nation na rádio UOL, fomos matéria da Folha de S.Paulo e nosso nome foi indicado culminando na abertura do primeiro show da banda suéca Sabaton no Brasil.
Vale lembrar que esse foi o show de estreia do Armahda, no dia 7 de setembro de 2014. 

João Pires: eu não esperava não. Mas sempre achei o Maurício e o Renato uns caras com muito bom gosto pra compor. Então foi surpresa, sim, mas uma surpresa que eu achei merecida.

Ale Dantas: Sinceramente!? Não! Quando se trata de música, é muito complicado imaginar o rumo que as coisas vão levar. Temos inúmeros casos de bandas consagradas que lançaram ótimas músicas, mas que não tiveram resultado expressivo. Por outro lado, temos situações em não damos muito atenção e determinada música se torna viral. Mas são esses paradoxos que fazem valer o desafio!!!!
É obvio que todos nós nos importamos com o resultado, mas no nosso caso a enfase é  fazer o que gostamos. O resultado sempre será a cereja do bolo.

6. Em dezembro de 2015, a banda lançou um novo single, “The Last Farewell”, uma canção que presta uma homenagem a Dom Pedro II, conte-nos um pouco sobre o conceito da composição.

Maurício Guimarães: A expulsão da família imperial do Brasil foi um episódio histórico e também um tema pouco divulgado desde o surgimento da república. Criamos uma canção triste, lenta, e conseguimos entrevistar pessoas que sofreram consequências diretas do episódio: os descendentes da família imperial. Com este contato, recebemos a doação de um livro que, junto a outros estudos de renome, foi consultado para o embasamento histórico das letras. 

João Pires: Foi minha primeira gravação com o Armahda. Foi muito legal. E a parceria com o Rafa, nosso produtor, foi fundamental pra alcançar o resultado que a gente queria.


7. Mesmo o CD sendo lançado fisicamente, todas as composições da banda tem sido disponibilizadas para audição no Youtube através de belíssimos lyric vídeos. Qual a intenção do grupo com esta atitude, já que muitos acreditam que esse tipo de atitude acaba desmotivando a compra do material físico?

Renato Domingos: Temos como tema a História do Brasil, nada melhor que divulgar as músicas num formato que prioriza as letras, por isso os lyric-videos.

Paulo: Não são todas as músicas. Existem duas músicas no disco que não estão no Youtube, What Could Never Be e Pathfinder, mas mesmo assim, é uma das melhores maneiras de divulgar o trabalho. Afeta sim a venda de CDs mas, se não divulgarmos, como as pessoas nos conhecerão? Tem os dois lados da moeda, porque muitos não compram mesmo e ficam escutando pela internet, mas muitos fazem questão de comprar, porque além de gostarem de ter o material físico na mão, sabem que isso ajuda incrivelmente uma banda independente a continuar trabalhando né. Porém, a divulgação, mostrar nosso som por aí, é imprescindível.

João Pires: Acho que pra uma banda do nosso porte, ainda conquistando público e espaço, a venda de CDs não faz tanta diferença no caixa. A gente vende CDs de mão em mão, na raça, e esse lucro é logo reinvestido na banda. Então, pra nós, vale muito mais ter visibilidade, deixar nossos sons acessíveis para quem quer ouvir e, aí sim, com esses números, provar pra produtores, gravadoras, rádios e etc que, que temos um trabalho relevante e que está sendo consumido por metaleiros de todo o Brasil. E fora também!

Ale: O mundo mudou. Não existe mais aquela grande gravadora dos anos 80 que transformavam da noite para o dia pessoas comuns em celebridades. O CD ainda tem a sua importância, mas as mídias digitais acabam tendo um alcance maior. 
No final das contas, o mais gratificante é ser reconhecido e por isso, convido todos vocês para os nossos shows.


8. Existe uma previsão de lançamento para um novo álbum? Como anda o processo de criação para novas músicas?

Maurício Guimarães: Estamos trabalhando em novas músicas e está indo muito bem, com a participação de todos e com o objetivo de criar um novo álbum melhor que o primeiro.

Paulo: Fizemos um monte de previsões, mas as coisas são sempre mais complicadas do que a gente imagina. Então não sabemos quando, mas pretendemos em breve, o quanto antes. Queremos ter certeza de fazer um bom trabalho, então priorizamos a qualidade das músicas acima da velocidade de gravá-las. O que podemos garantir é que teremos algumas novidades ainda esse ano.

João Pires: a previsão é o quanto antes, conforme nossos calendários permitirem. E sim, já estamos trabalhando em material novo. Modestia à parte: está do caralho. 

9. A Armahda participou de grandes festivais como o Metal Land, dividindo o palco com bandas renomadas do Metal nacional como Sepultura, Krisiun e Claustrofobia, também fizeram a abertura de shows internacionais de nomes como o Sabaton e Vicious Rumors. Como foram essas experiências?

Paulo: Não poderiam ter sido melhores. Todos esses shows foram importantes, estávamos mostrando a cara lá, nos fazendo conhecer, ganhando novos fãs, vendendo nosso merchandising. Mas o que nos deixa realmente felizes é que estamos tocando. É o que gostamos: subir num palco e agitar a galera que está assistindo. E acho que nenhuma experiência vai se comparar ao nosso primeiro show, em 7 de setembro de 2014, na abertura do show do Sabaton. Fomos convidados a tocar pela própria banda, muitos dos que assistiram já nos conheciam, cantaram as músicas e gritaram o nome da banda antes do show começar, e muitos outros acabaram virando fãs depois de nos assistir. Isso foi experiência única, logo no primeiro show, no dia da independência do Brasil, tocar numa casa onde várias bandas que admiramos já tocaram, pra quase mil pessoas, e a galera ainda gritar "Armahda, Armahda, Armahda” antes de subirmos no palco. Não poderíamos começar de maneira melhor, isso é algo que nos surpreendeu demais e significa muito pra gente. Vamos lembrar desse dia pra sempre.

João Pires: Eu achei f***. Tocar ao lado desses caras que são parte da história do Metal nacional é uma honra. Mesmo que em palcos diferentes, deu pra mostrar nosso som pra uma galera que não conhecia e acompanhar ali dos bastidores o show de uns monstros. Ver de perto o Max Kolesne tocando naquela velô, é uma aula de batera de metal. 

Ale: Foram experiências maravilhosas. Lembro que durante as primeiras sessões de ensaio, o Renato lançou a noticia que a estreia seria com o Sabaton. Ao mesmo tempo fiquei feliz, apreensivo e ansioso. Nunca tínhamos tocado essas músicas ao vivo e não sabíamos como seriamos aceitos, mesmo porque geralmente o público não dá muita bola para a banda de abertura. Para a nossa surpresa, aconteceu tudo isso que o Paulo comentou.
Pouco tempo depois vem uma nova notícia! Vicious Rumors!  Poxa!!!!!Entao quer dizer que vou tocar com a banda que o Vinnie Moore fez seu primeiro registro?!?!?!?!?!?! ...e quando eu menos esperava, estava ao lado de uma das bandas que fizeram parte da minha adolescência.
Metal Land?!?!?! Outro momento memorável na trajetoria do Armahda. Tocar em festivais assim é muito gratificante pois além possibilitar a troca de experiência com bandas que estão na estrada há muito tempo, permite que o Armahda leve seu trabalho para novos horizontes.


10. Recentemente, foi criado um movimento interessantíssimo dentro da cena Metal brasileira, o Levante do Metal Nativo. A Armahda faz parte deste movimento ao lado de nomes como Voodoopriest, Arandu Arakuaa, Hate Embrace e outras, conte-nos um pouco sobre o que vem a ser o Levante e qual o seu conceito.

Maurício Guimarães: O Levante do Metal Nativo é a reunião das bandas de conteúdo diretamente relacionado à história e cultura do Brasil que topam divulgar seus trabalhos de modo coletivo. Hoje são 7 bandas espalhadas pelo Brasil. É muito bom ter contato com outros músicos de outros estados, o que permite uma confraternização, troca saudável de ideias, organização de eventos para divulgação dos sons e dos temas. O Vodoopriest e Aclla, de São Paulo, nós já conhecíamos, mas quando fui pro RJ, conheci o pessoal do Tamuya Thrash Tribe no estúdio e em shows e foi muito divertido. Eles me mostraram a cena metal da região, umas prévias do novo álbum (muito bom!) e demos boas risadas. Espero encontrar pessoalmente o pessoal do norte e nordeste também. Daí ficará mais fácil organizarmos outros shows do Levante do Metal Nativo (já rolou um em São Paulo, com Armahda, Tamuya Thrash Tribe e Vodoopriest). 
Espero que esse movimento cresça e se espalhe para a América Latina e o resto do mundo. Desejo que seja um movimento que facilite a vida de quem pretende conhecer um determinado país. Essa pessoa, procurando algumas bandas do Levante do Metal Nativo, poderá confiar que o conteúdo cultural e histórico será uma referência séria para conhecer o país através da música pesada. Afinal, todo o metaleiro ou metaleira, quando visita alguma nova região, certamente vai procurar a comunidade do metal pesado desse lugar, pois é como uma tribo.

11. Como a banda enxerga a cena nacional atualmente e quais os principais fatores que impedem o Metal brasileiro de se tornar grande como deveria?

João Pires: como consumidor, acho que os preços de shows são mais caros do que deveriam. Ir a todos os shows que dá vontade é inviável. E, nessa conta acho que as bandas nacionais saem perdendo, já que a galera prefere gastar com shows das bandas internacionais. O que é até compreensível. Mas também uma pena porque tem muita banda boa aqui. Então acho que a gente precisa fortalecer a cena pra cativar mais público. Felizmente tem rolado umas iniciativas legais nesse sentido como o Rock na Praça, Rock na Porta, Virada Cultural com mais bandas de Metal e por aí vai. Espero que essas iniciativas aumentem. 

Maurício Guimarães: O país está em crise e os preços de eventos internacionais estão muito caros. Se o público não comparecer nem aos eventos de metal nacional que estão com preços justos, teremos que nos reinventar. 

Ale : Apesar do movimento ter crescido, o metal nacional é algo que nunca foi popular. Nao quero fazer aquele discurso de vitima, mas gostaria de chamar a atenção das pessoas para olhar com mais carinho os trabalhos desenvolvidos aqui na nossa terra. Tem muita coisa boa que, as vezes por mero preconceito, acabam ficando de lado.

Renato Domingos: Vejo que hoje temos uma diversidade enorme de bandas e estilos. A tecnologia também ajuda as produções independentes e a divulgação. Abram os olhos e os ouvidos.


12. Espaço aberto para que a banda deixe um recado para seus amigos e fãs.

Paulo: Primeiramente, agradecer aos fãs que sempre nos dão muito apoio e um carinho incondicional. Não temos tantos fãs assim, mas esses poucos nos apoiam com tudo o que tem. São fãs de verdade e nos deixam muito felizes por isso e, se não fossem por eles, não chegaríamos até aqui. E em segundo, um pedido para que apoiem a cena de heavy metal nacional. Existem centenas de bandas sensacionais que precisam de reconhecimento e só nós que gostamos de boa música pesada podemos ajudar a fazer com que isso se espalhe cada vez mais. Valorizar o que é nacional.  A qualidade do nosso metal não está nada atrás das bandas internacionais, porém não temos tanto apoio, e é isso que precisa mudar. Só depende dos fãs.

João Pires: O Armahda é uma banda que se preocupa muito com a qualidade dos shows. A gente ensaia bastante e tá sempre tentando trazer umas novidades pra cima do palco. Então, galera, venham nos shows! É a parte mais divertida do rolê metal!  

Ale: Agradeço o apoio que temos recebido e convido a todos para os nossos próximos shows!!!!! Prometemos novidades.

Maurício Guimarães: Obrigado, amigos e amigas, pelo apoio. Muito obrigado mesmo! Venham nos shows, pois é diversão garantida. Só apóiem o metal nacional se o movimento merecer.

Renato Domingos: Obrigado a todos que direta ou indiretamente apreciam nosso trabalho. Mantenham o metal nacional e a nossa História vivos.

Para quem não conhece a sonoridade da banda, mas se interessou pela proposta, abaixo seguem alguns links de composições que integram o disco de estréia "Armahda" (2013).

Boa audição:









Muito obrigado a banda Armahda pela grande entrevista. Sucesso e contem sempre com o Mundo Metal !

por Fabio Reis

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